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domingo, 3 de agosto de 2014

A inscrição no programa

Parte dos dados aqui pode sofrer alterações. Mas até o momento eram assim:

As inscrições no programa normalmente são feitas duas vezes ao ano, uma para início em Janeiro e outra para início em Julho.

Primeiramente é preciso verificar se você tem os pré-requisitos, que são:

  • Ser brasileiro ou naturalizado;
  • Estar regularmente matriculado em instituição de ensino superior no Brasil em cursos relacionados às áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras;
  • Ter sido classificado com nota do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM - com no mínimo 600 pontos considerando os testes aplicados a partir de 2009;
  • Possuir bom desempenho acadêmico;
  • Ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para o curso de graduação.
E também estar dentro dos cursos contemplados.

Tendo isso, o próximo passo é a inscrição no website E NA SUA UNIVERSIDADE (em letras garrafais pois perdi minha primeira inscrição e consequentemente um semestre por isso - não adiantou recorrer). 

A inscrição pelo site do programa é simples. Basta seguir os passos e pronto. No caso da UNICAMP é necessário fazer a inscrição no portal da DAC->Serviços Acadêmicos->Internacionalização->Programas de Intercambio->Ciência Sem Fronteiras. Para mais informações clique aqui.

Particularmente essa homologação interna é muito estranha, eles não divulgam muito bem, tanto que perdi da primeira vez. Exigem um monte de coisas pra um período curto, dentre elas, coisas que o coordenador do curso precisa assinar. Portanto, seja rápido e não deixe pra última hora!

Decidindo a Universidade

Pra quem já leu o edital, não é novidade que quem opta pela Austrália tem de decidir entre as ATN e Go8.
Optei pelas Universidades do Go8 por seus perfis serem mais próximos ao meu curso e Universidade no Brasil. Além disso, são mais tradicionais e estão numa pontuação acentuadas no ranking internacional. Eu realmente não sei muito sobre as ATN.

Dentre as 8 universidades do grupo, temos a opção de 6 cidades: Perth, Sydney, Camberra, Adelaide, Brisbane, Melbourn.

Camberra e Adelaide foram descartadas pois não as achei atraente. Perth embora seja um paraíso, é muito distante de tudo e como tenho de pensar no futuro, poderia ser um tiro errado. Estava numa viagem pela Argentina quando conheci uma Holandesa e uma Australiana (de Melbourn). Ao perguntar pra ambas, qual local deveria escolher, foram enfáticas: Brisbane não teria nada pra fazer, Sydney é linda mas caótica e Melbourn é o mulher lugar pra se viver.

Fiquei bem em dúvida mas quando pesquisei sobre o nível pluviométrico de Melbourn desencanei bastante, pois chove muito por lá! Brisbane foi banida pelas moças, então só sobrou Sydney.

Com 3 opções de Universidade, simpatizei mais com a UNSW e a de UniSyd. No entanto, a UniSyd tem um currículo bem naquele modelo da UFABC (um bacharelado, depois uma pós pra se tornar engenheiro). Como só poderia cursar disciplinas UNDERGRADUATED, vi que não conseguiria assistir nenhuma matéria que conseguisse equivalência depois, já que estou um pouco adiantado no curso. Então fui de UNSW!

Decidindo o país

Como o próprio nome do blog diz, optei pela Austrália! Mas por que?

Eu me pergunto isso até o momento, rs. Na verdade continuo em dúvida bem decidido (será?), levando em consideração as outras opções.

Me considero um sujeito bem pragmático, sendo assim, haviam algumas variáveis prioritárias a se levar em questão: o idioma e o clima.

Optei pelo inglês pois, embora também tenha estudado francês, o primeiro tem mais aplicação no dia-a-dia, e é o mínimo exigido por empresas, filmes, documentos, enfim, parece óbvio mas quando se quer escolher não é tão fácil quanto parece. Além disso meu francês é meio capenga, hahaha.

Já o clima, bem, sou bem friolento, e adoro o sol! Estive umas temporadas na Bahia e adorei a possibilidade de morar próximo a praia e ter um sol abundante sem precisar viajar. Não tinha intenções de ir pra América do Norte, e na Europa só via fotos de céu acinzentado... quando vi fotos das praias Australianas foi amor a primeira vista.

Além disso, o nível de inglês das universidades Australianas era um pouco acima do exigido pela Europa e América do norte. Ao fazer o teste de inglês percebi que possivelmente se não optasse pela Austrália, poderia ficar sem o curso de inglês, e minha intenção sempre foi fazê-lo, portanto, foi perfeito!




sábado, 2 de agosto de 2014

Apresentação

Olá pessoal!

Meu nome é Rodrigo Baleiro, atualmente sou estudante de Engenharia Elétrica na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e crio este blog com a finalidade de prestar esclarecimentos quanto ao ingresso e estadia na Austrália por conta do programa Ciência Sem Fronteiras.